31 July 2007
Perdido em combate afinal feito prisioneiro na Croacia
O link abaixo indicado apesar de escrito em Servo-Croata tem lá bem claro o nome Ricardo Casimiro como um dos participantes.
http://www.net.hr/infocentar/rijeka/page/2007/05/30/0053006.html
29 July 2007
A Maltrapilha
As pessoas da minha idade ou mais velhas certamente se lembram deste tipo de literatura barata vendida porta a porta. Também havia quem vendesse fascículos com canções do bandido e letras do ceguinho.
A partir desta ideia concebi uma obra cerâmica para participar na VIII Bienal Internacional de Cerâmica de Aveiro. A obra intitula-se "Romance de Cordel em 27 Capítulos", sendo que a cada capítulo corresponde uma peça cerâmica. Todas as peças são para pendurar na parede ocupando uma area aproximada de 10 metros. O romance é extenso mas ao contrário dos tradicionais romances de cordel o meu enredo é:
O simples e o complexo
-Romeiro, Romeiro quem és tu?
-Eu?! Sou um fruto. Fruto do caldo em que cresci.
Sou uma cereja, uma folha de hortelã, um fiozinho de groselha.
Sou um espelho, um retrato, um reflexo.
-Romeiro, Romeiro quem és tu?
-Eu?! Sou um joaquinzinho. Um que não se deixou fritar.
Sou um mero. Um mero ceramista, alquimista pintor e contador de estórias.
Ricardo Casimiro
PS. Esperem pelo dia 8 de Dezembro para a inauguração da Bienal em Aveiro e terão oportunidade de "ler" este romance na parede.
26 July 2007
22 July 2007
17 July 2007
15 July 2007
Cuidado! Animal perigoso.
No ano de 1977, durante uma ida à feirada ladra, deparei-me com este precioso gato. Custou-me 1500 escudos, nem mais nem menos. O vendedor estava irredutível. Dizia que o gato tinha mais de cem anos. Mas foi amor à primeira vista. Veio comigo para casa.
O curioso é que este gato tem dois buracos na base para fixação no alto de um muro perto do portão de uma qualquer casinha com quintal. Sempre me diverti com a imaginação do ceramista, certamente amante de gatos.
Sabe-se lá durante quantos anos ele ali esteve plantado a guardar aquela casa.
Tenho imensas coisas que pertenceram a outras pessoas e encanta-me e diverte-me o quanto outros antes de mim as apreciaram.
Quando o barqueiro me vier buscar para a derradeira travessia do rio quem lhes irá então dar valor?
PS. A orelha certamente foi resultado de valente luta com qualquer incauto...
14 July 2007
Passeio à Nossa Senhora da Asneira
Decidimos voltar para Lisboa, mas ainda vimos outra seta, agora a indicar "Cerdeiras". Será que... Lá fomos nós, mas nem cheiro... Estrada fora direito a Condeixa e regressámos a casa.
Quer dizer, quase sete horas de condução, 50 euros de gasolina, 25 de portagem e uma treta de uma sandes na area de serviço de Pombal.
A expressão "passeio à Nossa Senhora da Asneira" aprendi com a minha amiga Fernanda Pintado e nunca mais a esqueci.
Chegado a casa lá fui ver com mais atenção o blog do Zé da Cunha e afinal estive lá perto mas passei ao lado. Afinal a feira é no Parque Municipal de Exposições na Lousã. Se alguem ainda lá quiser ir amanhã, aconselho a entrar por Condeixa direito à Lousã.
Apesar de tudo esta viagem serviu-me para ficar a conhecer a Serra da Lousã e a sua luxuriante vegetação e vistas espectaculares.
13 July 2007
Perdido em combate na Croácia
PS: Isto é só um desabafo. A razão principal deste "post" é informar que o meu site está todo renovado, p.f. vejam as coisas novas.
09 July 2007
07 July 2007
Mal sabia eu que...
06 July 2007
As carochinhas bem comportadas vão para o céu
Este rapaz não é bom da cabeça
Costumava dizer a minha mãe referindo-se ao filho mais novo. Ao querubim que dela herdou a cor dos olhos, as mãos e os pés pequenos. Tenho dois irmãos mais velhos cuja diferença de idade é de dois anos. Depois tenho outro irmão mais velho que eu três anos. Entre os dois grupos houve um interregno de oito anos que sempre me intrigou, quando era criança e aprendia a somar, diminuir e multiplicar. Até ao dia em que muitos anos mais tarde o mistério foi revelado. A minha mãe fez três interrupções voluntarias da gravidez no periodo durante a segunda guerra mundial.
A minha admiração por ela nunca parou de crescer e durante muitos anos até à sua morte, no dia do meu aniversário mandei-lhe um telegrama que dizia: -Obrigado por me teres carregado no ventre e por me teres deixado existir. O teu filho mais novo.





