Na exposição em Leiria havia um pequeno caderno onde os visitantes podiam deixar o seu testemunho sobre a exposição. Reproduzo aqui dois dos comentários deixados:
"A beleza e a arte interpenetram-se de forma harmoniosa e por vezes, emocionante. Parabéns."
Ivone Neto, 2007-04-03
"Há coisas que não têm qualquer explicação, definição... São simplesmente mágicas... É o caso do teu trabalho...Uns gostam mais, outros menos, todos temos opiniões, sensações...Eu gostei imenso do teu trabalho. Encheu-me o olhar..."
Marta Belo
Caro visitante do meu blog, já reparou que pode deixar a sua opinião sobre o meu trabalho neste blog, é fácil e nem precisa de se identificar. É mais gratificante ver qual é a opinião/aceitação/rejeição ao meu trabalho do que ter um blog mudo e calado. Vá lá, deixe o seu comentário.
Obrigado, Ricardo Casimiro
28 April 2007
26 April 2007
"A Estrela e o lobo"
"A Estrela e o lobo" peça inspirada em “O Pedro e o lobo”
A estória por trás da peça “A Estrela e o lobo”
Quando ainda era cabrita chamaram-lhe Estrelinha por causa duma mancha na zona púbica. Depois cresceu e tornou-se cabra. Na realidade uma cabra da vida. Vida que lhe deu expressão , corpo e oral. Adquiriu traquejo e tornou-se especialista. Verdadeira diva do divã.
Então e o lobo? Ah! Esse… e os outros também …
Lobos são os que a consomem nas matas à beira da estrada... nos carros estacionados em escuros ermos... em pensões baratas... nas esquinas da vida.
Lobo é o que lhe come o sustento. O que a leva à marisqueira a chupar uns bichos, pagos com o dinheiro dela, mas que a acaricia e afaga nas horas de desalento.
Lobo é o único que ela beija na boca.
Lobo é aquele que sempre está por perto e nunca lhe sai da cabeça.
Ricardo Casimiro
11-02-2006
A estória por trás da peça “A Estrela e o lobo”
Quando ainda era cabrita chamaram-lhe Estrelinha por causa duma mancha na zona púbica. Depois cresceu e tornou-se cabra. Na realidade uma cabra da vida. Vida que lhe deu expressão , corpo e oral. Adquiriu traquejo e tornou-se especialista. Verdadeira diva do divã.
Então e o lobo? Ah! Esse… e os outros também …
Lobos são os que a consomem nas matas à beira da estrada... nos carros estacionados em escuros ermos... em pensões baratas... nas esquinas da vida.
Lobo é o que lhe come o sustento. O que a leva à marisqueira a chupar uns bichos, pagos com o dinheiro dela, mas que a acaricia e afaga nas horas de desalento.
Lobo é o único que ela beija na boca.
Lobo é aquele que sempre está por perto e nunca lhe sai da cabeça.
Ricardo Casimiro
11-02-2006
24 April 2007
Mais peças da exposição nas Caldas da Rainha
"Um gato de rapaz"
"Tubarão martelo vestido para matar"
"Afonsinho do Condado"
"O pensativo"
"A alforreca"
"O rato escuteiro"
"A sanguessuga"
e o autor
22 April 2007
Contos Paranormais
Conjunto de esculturas cerâmicas de um autor que atribui às suas obras uma função narrativa, recuperando uma tradição do figurado popular ou do comentário satírico de Rafael Bordallo Pinheiro, individualizando personagens e situações que descreve com ironia caricatural que, contudo, nos coloca questões centrais no quotidiano contemporâneo.
Palavras do director do Museu Nacional do Azulejo, Dr. Paulo Henriques

As lulas também vão à opéra
Um gato de rapaz
21 April 2007
13 April 2007
07 April 2007
Mais novidades
"Touro de corrida"
"Bicho cabeçudo"
"O peru e a cardina"
"O peru e a cardina"
Antigamente os perus embebedavam-se na véspera de Natal. Era cruel mas sofriam menos na morte e a carne ficava mais tenra. Dizem... Depois de mortos eram dignamente preparados quais faraós ficando de molho doze horas com rodelas de laranja para a seguir irem ao forno durante três a cinco horas. Tinham um funeral digno de rei com direito à melhor e alva toalha de renda, ao serviço especial da Vista Alegre ou outra. A faca e o garfo de trinchar faziam a sua aparição anual. Eram regados com bons vinhos e espumante.
Hoje em dia são totalmente banalizados acabando em bifinhos, ou pior, cortados aos cubos entalados entre cebola e pimento, comidos em reles espetadas numa qualquer tasca de esquina com toalha de papel, em prato normal, regados com carrascão ou Imperial. Na realidade sem bebedeira nem dignidade.
Eu sei do que estou a falar porque lá em casa quando eu era miúdo era eu quem embebedava o peru com um funil e aguardente. Uma golada para o peru um cheirinho para mim às escondidas da minha mãe. O dito cujo só ia à faca quando já não se aguentava de pé. Para os perus que eu embebedei foi uma perua de morte. Para mim foi o princípio de muitas peruas.
Hoje em dia são totalmente banalizados acabando em bifinhos, ou pior, cortados aos cubos entalados entre cebola e pimento, comidos em reles espetadas numa qualquer tasca de esquina com toalha de papel, em prato normal, regados com carrascão ou Imperial. Na realidade sem bebedeira nem dignidade.
Eu sei do que estou a falar porque lá em casa quando eu era miúdo era eu quem embebedava o peru com um funil e aguardente. Uma golada para o peru um cheirinho para mim às escondidas da minha mãe. O dito cujo só ia à faca quando já não se aguentava de pé. Para os perus que eu embebedei foi uma perua de morte. Para mim foi o princípio de muitas peruas.
02 April 2007
01 April 2007
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"São Jorge e o dragão"
"O rei pasmado e a raínha de Sábá"

"O cardeal de trombas"
"O cardeal de trombas" com montagem.

